O texto “Responsabilidade Social de Empresas” do autor Gerisval Alves Pessoa ministrado na disciplina “Projeto Integrador Multidisciplinar” do 4° período de Administração das Faculdades Promove de Sete Lagoas no dia 2 de Agosto de 2011 apresenta em sua introdução uma abordagem que contextualiza as incertezas e pressões sofridas pelas empresas atualmente e sua necessidade de maximização de resultados com práticas transparentes e socialmente responsáveis com a utilização da Responsabilidade Social de Empresas (R.S.E.) como uma característica positiva de empresas inteligentes e que buscam adequar-se as necessidades exigidas pelo mercado.
Em seu conteúdo são apresentadas inúmeras definições para o real significado de R.S.E. que variam da incerteza do início da sua prática como também apresenta datas aproximadas e os primeiros adeptos à prática, entretanto, em geral engloba a R.S.E. como uma mobilização voluntária por parte das empresas com ações que confirmem sua preocupação social e ambiental para que possa contribuir com o desenvolvimento econômico e melhorar simultaneamente a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo.
Na definição mais prática de R.S.E. os setores de estratégica, logística, operacional financeira e comercial são envolvidos como áreas responsáveis por esta prática, e suas ações devem ser planejadas estrategicamente em consonância com a R.S.E.
Muitas vezes interpretada como filantropia a R.S.E. pode ser mal trabalhada em organizações que restringem suas ações a doações e utilizam os meios de comunicação para aumenta-las como grandes feitos responsavelmente sociais. O outro lado da prática incorreta também se refere à utilização da repercussão de uma ação social como mera ferramenta de promoção da imagem da empresa, visando o lucro. É claro que o mercado já identificou nas práticas de R.S.E. grandes oportunidades de competitividade e diferencial e muitos se preocupam mais em parecer socialmente responsáveis do que realmente exercer estas práticas. Não que a R.S.E. deva ser praticada em sigilo, é perfeitamente justo e interessante aos olhos do consumidor divulgar empresas assim, mais ainda quando o próprio consumidor é beneficiado com uma de suas ações, mas o real compromisso de parceria e co-responsabilidade pelo desenvolvimento social não pode ser deturpado através de números financeiramente viáveis.
Nem filantropia nem ação obrigatória, a R.S.E. deve evitar estes extremos que oneram sua boa prática e atuar através de um conjunto de deveres morais e éticos por parte das empresas, que têm recursos para trabalhar o tópico inteligentemente e estrategicamente, podendo planejar da melhor forma possível e projetar os melhores resultados, o que gera um benefício mútuo entre sociedade e empresa.
Gustavo Lincoln Ricardo Pimenta
Estudante de Administração
02/08/11
Olá :)
ResponderExcluirOlá, gostei bastante...
Tema, pra lá de interessante!
Beijinhos
---
www.jehjeh.com
Interessante o teu blog, estou seguindo!
ResponderExcluirSegue o meu também?
http://rejanebruck.blogspot.com
Beijo!